Quem sabe se não poderei ser eu a mulher da tua vida, aquela que já tiveste por umas horas ou que possas vir a ter por muitos anos! Aquela que te sorri e consegue ver como és, aquela que te vê de verdade e consegue sentir o que estás a sentir.
Fomos ambos feridos como nunca pensámos ser, mas nunca derrotados, superámos o que parecia ser insuperável mas com a força vencemos e estamos aqui á espera que algo bonito aconteça nas nossas vidas.
Algo me diz que vai acontecer ou que já está a acontecer o que esperávamos, o que queríamos para nós. Em pouco tempo conhecemos muito de cada um, libertos de segredos e numa cumplicidade pouco usual.
Cada um de nós parece ter o que falta ao outro, conseguimos perceber como queremos viver e aproveitar os bons momentos com alguém que nos possa dar carinho e atenção.
Quem sabe se não poderás ser tu o homem da minha vida, aquele a quem já tive por umas horas ou que possa vir a ter por muitos anos! Aquele que me sorri e consegue ver como eu sou, aquele que me vê de verdade e consegue sentir o que estou a sentir.
Fomos feridos por golpes profundos,
Em dores que pararam os nossos mundos.
Mas nunca derrotados, seguimos de pé,
Vencendo o impossível com força e fé.
E aqui estamos, num doce esperar,
Por algo bonito que está para chegar.
Do que foi dor, fizemos nascer o destino,
Do que foi sombra, traçámos novo caminho.
Duas almas marcadas, mas prontas para amar,
No que o tempo uniu e ninguém vai separar.
Do que foi dor, fizemos nascer o destino,
Do que foi sombra, traçámos novo caminho.
Duas almas marcadas, mas prontas para amar,
No que o tempo uniu e ninguém vai separar.
Algo me diz, num sussurro constante,
Que o sonho se faz agora presente.
Em pouco tempo, o nó se desfez,
Sem segredos, com toda a fluidez.
Uma cumplicidade rara de se achar,
Neste jeito tão nosso de nos revelar.
Do que foi dor, fizemos nascer o destino,
Do que foi sombra, traçámos novo caminho.
Duas almas marcadas, mas prontas para amar,
No que o tempo uniu e ninguém vai separar.
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